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Arquitetura Biofílica em ambientes corporativos


Biofilia, termo popularizado por Eduard Osborne em um livro publicado pela Universidade de Harvard em 1984. Em seu livro, Eduard explica a biofilia como uma predisposição natural a voltarmos a nossa atenção às coisas vivas e a nossa capacidade nata de nos sentirmos bem em determinados lugares.


Em 1950 dois terços da população viviam em ambientes rurais ou selvagens, só em 2007 a maior parte da população do planeta começou a viver em ambientes urbanos, hoje, a raça humana vive um novo script com uma dinâmica focada na produtividade, uma pesada carga horária e grande desejo por desempenho.


A sociedade do século XXl está sendo chamada de ‘’sociedade do cansaço’’. O homo sapiens tem que dividir sua atenção em diversas atividades a todo momento, e com isso, temos grande dificuldade de foco e aprofundamento contemplativo.


A qualidade de vida depende de nos sentirmos bem e em paz. A organização Mundial de Saúde (OMS) relatou que a ansiedade que se manifesta pelo pânico, o estresse e a compulsão atingem 1 a cada 25 pessoas na terra e essas doenças são causadas na maioria das vezes pela ambiência. No Brasil quase 10% da população sofre desse distúrbio psíquico.


Trazer conforto através de elementos naturais é fundamental para a produtividade e felicidade. Estudos indicam que ambientes corporativos que tiveram a concepção do projeto aliados a arquitetura biofílica tem vários benefícios em relação a equipe de colaboradores, por exemplo, eles têm mais produtividade, criatividade, bem estar, mais cognição e casos de pessoas ansiosas e que tem distúrbios psíquicos diminuíram quase pela metade.

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